Agenda

15/Dez

Temos o prazer de reabrir a Galeria 535 com a mostra XINGU Escritas Visuais de Marcia Farias.
A exposição é fruto de uma residência artística desenvolvida e produzida pelo People’s Palace Projects em parceria com AIKAX e NECCULT. Financiado pelo Arts and Humanities Research Council (AHRC) and the Global Challenges Research Fund e realizada pelo projeto Imagens do Povo do Observatório de Favelas.
CURADORIA: Francisco Valdean e Bira Carvalho.

10/Dez

Com a proposta de discutir e romper o ciclo de invisibilidade comum à produção artística negra no Brasil, o Itaú Cultural em parceria com o Observatório de Favelas leva ao Rio de Janeiro a itinerância da Mostra Diálogos Ausentes, realizada na sede do instituto, em São Paulo, em dezembro do ano passado. Com curadoria de Rosana Paulino e Diane Lima, e projeto expográfico de Henrique Idoeta, gerente do Núcleo de Produção do Itaú Cultural, a exposição abre ao público no dia 30 de setembro (sábado), às 16h, no Galpão Bela Maré, e apresenta obras de 17 artistas negros brasileiros das artes visuais, cênicas e do audiovisual, entre individuais e coletivos.

A linha curatorial deriva de uma série de encontros com o mesmo nome realizados durante 2016 e 2017 no instituto, com o objetivo de analisar e dialogar entre público, artistas e especialistas a representação dos negros nos diversos segmentos artísticos e expressões culturais. O resultado exibido na mostra materializa a conexão destas três linguagens, tratando das questões raciais por meio de posicionamentos artísticos traduzidos em variados formatos.

Aline Motta, Yasmin Thayná, Dalton Paula, Gessica Justino, Eneida Sanches, André Novais e os grupos Coletivo Negras Autoras e Capulanas Cia. de Arte Negra são alguns dos artistas com obras expostas na mostra. A instalação composta de gravuras em metal, Transe Iluminado, de Eneida Sanches, aborda o conceito de transe como um fenômeno que, de caráter tanto religioso quanto social, auxilia a representação coletiva da cultura negra da Bahia.

O artista visual Dalton Paula é autor do registro da performance Unguento, uma intervenção realizada em 2015 na cidade de Lençóis, na Bahia, durante a mostra Osso Latino-americana de Performances Urbanas. Ainda entre as obras audiovisuais, há as exibições de curtas-metragens como Kbela, de Yasmin Thayná, Quintal, de André Novais, e Cores e Botas, de Juliana Vicente. As artes cênicas aparecem nas fotografias e vídeos, como é o caso de Exu – A Boca do Universo, espetáculo dirigido por Fernanda Júlia representado por imagens e elementos do cenário por meio de objetos cênicos.

Só no Rio
A itinerância da Mostra Diálogos Ausentes no Rio de Janeiro conta com obras de três artistas que não integraram a montagem em São Paulo: Eustáquio Neves, Gessica Justino e Heberth Sobral. Fotografias da série Estandarte, de Sobral, trazem uma releitura das obras de Jean- Baptiste Debret sobre os costumes de africanos escravizados no Rio de Janeiro utilizando peças de brinquedos. Do fotógrafo e videoartista Eustáquio Neves é apresentada a série A Boa Aparência, que pesquisa, a partir de textos periódicos e classificados de oferta de empregos, o hábito cotidiano de se julgar os negros pela aparência.

A produtora criativa Gessica Justino tem como inspiração para o seu trabalho Barbeiragem: desce o pente, corre a trilha os barbeiros e as relações que se desenvolvem nas barbearias. Uma ligação histórica que nos remete a várias conexões – desde os barbeiros sangradores e curandeiros de meados de 1800 aos de favelas e regiões periféricas do Brasil e do mundo na contemporaneidade. A obra consiste em uma instalação com ambiente deste tipo de salão, com cadeiras, espelhos e acessórios, além de fotografias e um curta-metragem relacionado ao tema. No dia da abertura da exposição, durante três horas, acontece uma ativação deste espaço, e profissionais estarão disponíveis para cortar os cabelos de quem se interessar.

A Mostra Diálogos Ausentes é um convite a conhecer a riqueza da produção de artistas negros contemporâneos no Brasil, ao trazer manifestações das formas de fazer, conceitos e novas visualidades que constituem a produção artística da cultura negra atual. Uma arte que manifesta e transforma diálogos ausentes em diálogos presentes. O evento reforça, ainda, a parceria de longa data entre o Observatório de Favelas e o Itaú Cultural, que, recentemente, apoiou reformas no Galpão Bela Maré: climatização e adequação do espaço a normas de segurança. Estimular essas iniciativas é fruto da convicção do instituto de que a cultura é uma das bases para construir a sociedade.

Sobre a série Diálogos Ausentes
Desde abril do ano passado, o Itaú Cultural realiza a série Diálogos Ausentes com o intuito de analisar entre o público, artistas e especialistas a representação dos negros em uma área de expressão diferente, a cada três meses. Em 2016, o primeiro bloco de três encontros discutiu as artes visuais; na sequência, os debates foram sobre as artes cênicas – com foco no teatro – e, por fim, o audiovisual, sobre o olhar do cinema negro. Neste ano, os debates foram sobre o negro na dança, na literatura e na música, encerrando o ciclo de 2017.

SERVIÇO
Mostra Diálogos Ausentes
Abertura 30 de setembro (sábado), às 16h
Visitação: 1 de outubro (domingo) a 10 de dezembro (domingo)
Terça-feira a domingo, das 10h às 19h
Entrada gratuita
Classificação indicativa: 14 anos
Local: Galpão Bela Maré
Rua Bittencourt Sampaio, 169, Maré
Entre as passarelas 9 e 10 da Avenida Brasil
Rio de Janeiro – RJ

Assessoria de Imprensa
Conteúdo Comunicação
Fone: 11.5056-9800
Cristina R. Durán: cristina.duran@conteudonet.com
Amanda Viana: amanda.viana@conteudonet.com
Karinna Cerullo: cacau.cerullo@conteudonet.com
Roberta Montanari: roberta.montanari@conteudonet.com
No Itaú Cultural:
Larissa Correa
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Carina Bordalo (programa Rumos)
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Assessoria de Imprensa do Galpão Bela Maré
Piê Garcia (Observatório de Favelas)
comunicacao@observatoriodefavelas.org.br

26/Nov

///BAILE DAS COBIÇADAS////

A Arena Carioca Dicró vai ficar pequena com o Baile das Cobiçadas com a proposta de celebrar o mês da consciência negra e desconstruir preconceitos de todos os tipos. A trilha sonora do baile trará letras da Mc Carolzinha como, “Paz Nas Favelas”, “Bloco das Cobiçadas”, “Do Rio Pro Mundo” e “Passinho Carioca” e um setlist da DJ Garota. Atraindo o público de diferentes gerações contando a história das favelas por meio da música lugar de resistência negra.

E para melhorar o rolê contaremos com a presença da DJ Iasmin turbininha, É ISSO MESMO GALERE, IASMIN TURBININHA NA ARENA CARIOCA DICRÓ

Quer dançar e se acabar? Vem com a gente !

26 DE NOVEMBRO | DOMINGO | 16H | GRATUITO | LIVRE

Mais informações no evento: https://goo.gl/JSMT6x

23/Nov

Depois de uma edição histórica em 2016, encerramos o #ColaborAmerica com uma certeza: VEM 2017!

E 2017 veio.

Desta vez, um dos principais festivais das novas economias da América Latina será 100% gratuito, com um time maior e mais diverso de curadoria e a vontade cada vez mais intensa em debater, vivenciar e reaprender novos olhares sobre nossa sociedade, economia e planeta.

Marca na sua agenda, confirma presença e convida mais gente pra fazer parte do movimento!

Nos vemos nos dias 23, 24 e 25 de novembro, na Zona Portuária do Rio de Janeiro!

http://colaboramerica.org/

Confirme sua presença no evento: https://www.facebook.com/events/1955957211327142/

19/Nov

Parque Ary Barroso se transforma em um grande quilombo
Em sua 4ª edição, o evento Lá Fora será voltado para o tema Consciência Negra

Todo último domingo do mês a Arena Carioca Dicró realiza o Lá Fora, onde junta música, cinema e diversas manifestações culturais ao ar livre no Parque Ary Barroso. Nesse mês, excepcionalmente, ele acontece no dia 19 de novembro (penúltimo domingo do mês) e será voltado totalmente para a Consciência Negra, em parceria com o coletivo MUDA e a Feira Zangu.

Será uma tarde com exposições visuais, música, oficinas de dança e outras linguagens artísticas protagonizadas pelo povo negro. Uma das propostas também é o piquenique colaborativo, onde quem puder trazer algum alimento ou bebida e socializar entre uma degustação e outra, irá somar em uma corrente de afeto, fazendo do Parque Ary Barroso um grande espaço de convivência.

O coletivo MUDA virá com uma programação intensa e diversa, iniciando com dança afro, debates, oficinas de dança para crianças e apresentações musicais. Já a Feira Zangu irá reunir expositores de moda e artesanato. No encerramento, muita batucada com a bateria da GRES Unidos de Manguinhos. “Vai ser uma tarde linda e poder colaborar pra essa realização ta sendo uma experiência ótima!” finaliza Ana Paula Gualberto, produtora da Arena Dicró

Serviço
Lá Fora Convida MUDA e Feira Zangu
Dia 19 de novembro (domingo) às 14h
Local: Parque Ary Barroso – Penha Circular (acesso pela Rua Flora Lobo, s/n)
Entrada: Grátis

Mais informações no evento: https://goo.gl/n7w9Qg

16/Nov

colabora

RODA DE CONVERSA SOBRE NOVAS ECONOMIAS
COLABORAMERICA E OBSERVATÓRIO DE FAVELAS CONVIDAM

Uma conversa sobre as novas economias, trazendo conceitos e reflexão do que se trata o tema e o seu cenário no Brasil e no mundo. Em seguida, uma rodada de troca de experiências entre aqueles que atuam nesta área e debate acerca dos conteúdos partilhados. Um encontro para todos que atuam, querem atuar ou somente conhecer o assunto.

Mediando a roda: Clariza Rosa e Tomás de Lara do Sistema B Brasil & Rio+B e ColaborAmerica.
Data: Quinta, 16 de novembro, às 16h
Local: Galpão Bela Maré. Rua Bittencourt Sampaio, 169, Maré – Rio de Janeiro.
Evento gratuito.
Informações: comunica@observatoriodefavelas.org.br
Tel.: 21 – 3888-3232

Mais informações no evento: https://goo.gl/qC8b8s

16/Nov

Um diálogo do aluno periférico com a universidade: Arame Farpado estreia em curta temporada na UNIRIO!

Arame Farpado foi criado a partir de memórias de universitários vindos da periferia, o espetáculo “Arame Farpado” aborda o Ser Periférico no espaço acadêmico. A peça traça um mosaico da vivência dos atores na Universidade trazendo à tona os obstáculos encontrados em sua trajetória, tais como: a permanência no espaço universitário; a dificuldade do diálogo entre a cultura periférica e a academia e a desconstrução do conhecimento.

Este projeto é realizado pela Escola de Teatro da UNIRIO e tem como parceiros a Cia Marginal, o Programa Teatro em Comunidades e o Centro de Artes da Maré(CAM).

Sinopse

O ambiente acadêmico circundado por uma cerca que o demarca como um espaço para a classe dominante. 4 atores, com suas memórias e anseios, tentam furar essa cerca, trazendo para o centro da cena acadêmica o que hoje é periferia.

A peça é inspirada no livro “Por que uns e não outros?”, de Jailson Silva, diretor do Observatório de Favelas.

Serviço:
De 16/11/17 ao dia 25/11/17, às quintas, sextas e sábados, às 20h.
no Palcão da UNIRIO (Av. Pasteur, 436 – Urca – Centro de Letras e Arte)
Entrada franca
Distribuição de senhas 30 minutos antes.
Mais informações: www.facebook.com/pecaaramefarpado

Ficha Técnica:

Pesquisa e Criação: Lidiane Oliveira, Sol Targino, Peterson Oliveira, João Pedro Zabeti e Phellipe Azevedo.
Direção: Phellipe Azevedo
Atores: Lidiane Oliveira, Sol Targino, Peterson Oliveira, João Pedro Zabeti.
Dramaturgia: Rosyane Trotta e Phellipe Azevedo
Orientação Teórica: Marina Henriques
Direção de movimento: Juliana Longuinho
Cenografia e Figurino: Carla Costa
Iluminaçao: Isabella Castro
Videografismo e foto: Iury de Carvalho Lobo
Direção de fotografia: Wallace Lino e Iury de Carvalho Lobo
Supervisão musical: Rodrigo Maré Souza
Arte Gráfica: Matheus Affonso
Produção: Welligton Oliveira

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