Agenda

30/Set

Com foco na produção de artistas negros, a mostra Diálogos Ausentes reúne no Galpão Bela Maré, no Rio de Janeiro, obras de 17 criadores e grupos – pinturas, instalações, ensaios fotográficos, curtas-metragens e registros de performances e de espetáculos teatrais – que retratam as múltiplas faces das vivências negras no Brasil.

Abertura da exposição
sábado 30 de setembro
das16h às 20h

Evento de abertura
às19h

Visitação
1 de outubro a 10 de dezembro de 2017
terça a domingo das 10h às 19h

Galpão Bela Maré
Rua Bittencourt Sampaio, 169, Maré [entre as passarelas 9 e 10 da Avenida Brasil]

Informações: 21 3105 1148 comunicacao@observatoriodefavelas.org.br

Confirme a sua presença no evento.

26/Set

Mensalmente realizamos no Observatório de Favelas uma reunião geral onde debatemos pautas relevantes com tod@s @s noss@s colaborador@s e com pessoas interessadas, já que o encontro é aberto ao público.

No mês de setembro o tema será “Arte, Raça e Racismo – movimentos institucionais no sentido do debate”.

Entre setembro e dezembro, no Galpão Bela Maré receberemos a Exposição Diálogos Ausentes, realizada em parceria com o Itaú Cultural, mostra que reunirá obras de artistas negr@s brasileiros das artes visuais, cênicas e do audiovisual, e também o trabalho do artista Adriano Chuva.

Foram convidad@s, portanto, para o espaço da reunião geral, a equipe do Itaú Cultural que está produzindo a Diálogos Ausentes, bem como suas curadoras, o artista Adriano Chuva e também @s bolsistas do IMJA – Instituto Maria e João Aleixo.

Nosso desejo é que problematizemos junt@s a questão racial e possibilidades de reinvenção e visibilização.

O Observatório de Favelas convida a tod@ para a participar do debate.

Confirme a sua presença no evento.

22/Set

Alô, Rio de Janeiro! A Énois inteirinha tá arrumando as malas pra colar no Observatório de Favelas e trocar muita ideia. A gente vai fazer um mega cine debate pra discutir sobre algo que mexe com a vida de paulistas e cariocas: grana.

A gente vai lança o mini-documentário “Dinheiro pra se contar”, que mostra que, pra melhorar a relação dos jovens com a grana, é preciso fazer o que ninguém está fazendo: falar – de verdade – sobre dinheiro.

| Quem vai colar?

* Todos os jovens da Escola de Jornalismo, que produziram a pesquisa e o mini-documentário “Dinheiro pra se contar”

* Rita Afonso que é professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ – na Faculdade de Administração e Ciências Contábeis. Pesquisa novas formas de produção e consumo, inovação social e tecnologia e desenvolvimento.

* Clara Sacco que é coordenadora do data_labe e tem uma pesquisa sobre juventude, consumo e ostentação.

* Leidmar Verneque que é especialista em Educação Financeira, Finanças Pessoais e Gestão Financeira para micro e pequenos empreendedores e gestora do projeto “Finanças Práticas na Maré” para jovens, adultos e microempreendedores, entre outros projetos.

| Sinopse do mini-doc

Você se forma na escola e ganhar dinheiro se torna uma prioridade – mesmo sem ninguém nunca ter tido uma conversa séria com você sobre isso. Em uma pesquisa conduzida com 300 jovens em São Paulo, nenhum afirma ter aprendido sobre o tema na escola. Sistema financeiro, cheque especial, juros. De repente, o mundo adulto engole jovens despreparados e desavisados que acabam construindo uma relação ruim com o dinheiro. E, na inversão de valores, sendo gastos por ele. Dívidas feitas com o primeiro salário colocam aproximadamente 6,3 milhões de jovens entre 18 e 24 anos na lista do SPC. Um número que representa um pouco mais de um quarto da população brasileira nesta faixa etária. Queremos explorar, com esse filme, o fato de que dinheiro se transformou em um tabu para as novas gerações (tão abertas para tantos outros temas). E que a resposta para a saúde desse relacionamento pode morar menos na educação financeira – que é falha – ou em quanta grana você tem no bolso, mas mais em como cada um lida com suas emoções.

Confirme a sua presença no EVENTO.

20/Set

Os interessados em concorrer à 2ª edição do Prêmio IPP Maurício de Abreu, lançado pelo Instituto Pereira Passos, ainda têm duas semanas para se inscrever. O Prêmio irá selecionar teses e dissertações que tenha como tema a realidade social, urbana, econômica, política, cultural ou ambiental do município e suas interações com a Região Metropolitana. As duas melhores dissertações de mestrado e as duas melhores teses de doutorado serão premiadas com valores entre R$5.000 e R$14.000. Saiba mais.

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