Agenda

02/Fev

Agora é pra valer!
Abertura da Exposição Bela Verão 2018 🌞😎🏝

Entre os dias 12 de janeiro e 02 de fevereiro, acontece a primeira edição da Exposição Bela Verão. Com o objetivo de promover um encontro de linguagens, estilos e obras que afirmam a periferia como referência de experiências estéticas/artísticas, O Observatório de Favelas e a Automatica – Produtora de Arte Contemporânea – a partir de edital aberto para inscrição até o dia 02 de janeiro – selecionaram 15 projetos artísticos para participar da mostra, que são:

OBRAS/ARTISTAS | EDITAL BELA VERÃO 2018:

▪ Ana Almeida “Sem Título” – Realengo, Niterói
▪ Ana Clara Tito “Mãe -Tia” – Bom Jardim, Niterói
▪ Elian Almeida “Ao que vai nascer ( Coordenadas do Cais do Valongo)” – Vila Leopoldina, Duque de Caxias
▪ Ilíada “Seja bem vindo!” – Maracanã, Rio de Janeiro
▪ Ismael David “Exú” – Braz de Pina, Rio de Janeiro
▪ Ju Angelino “Dandara” – Ilha do Governador, Rio de Janeiro
▪ Laís Amaral “Sem título” – São Gonçalo
▪ Mozileide Neri “Série Livros-objetos” – Colégio, Rio de Janeiro
▪ Rafael Amorim “Deslocamento” – Padre Miguel, Rio de Janeiro
▪ Rafaelle Ferreira “Manifesta Preta” – Benfica, Rio de Janeiro
▪ Thais Cristina “Adé Erê” – Ramos, Rio de Janeiro
▪ Thalles Olgador “Calçadas” – Olaria, Rio de Janeiro
▪ Thiago Ortiz “Série Faixas de Rua” – Vila Kosmos, Rio de Janeiro
▪ Vinicius Costa [Pastor] “ Puxadinho” – Penha Circular, Rio de Janeiro
▪ Yhuri Cruz “Duplo-Macho” – Olaria, Rio de Janeiro

+ em breve mais informações +
………………………………………………………….
⚠ Entrada gratuita ⚠
Classificação: Livre
Local: Rua Bittencourt Sampaio, 169, Maré
Entre as passarelas 9 e 10 da Avenida Brasil – Rio de Janeiro – RJ

☎ Contato:
Telefone: 3105-1148
facebook.com/galpaobelamare

Mais informações no evento: https://goo.gl/r63uzc

28/Jan

Rio de Janeiro – Carnaval se aproxima e a temperatura vai ficando ainda mais elevada e na região da Leopoldina não é diferente. Pensando nisso que a Arena Dicró realizou durante todo o mês de janeiro o projeto Lá Fora de Verão, que chega a sua última edição no próximo domingo (28).

Para o encerramento em clima de grito de carnaval, presenças confirmadas do Bloco APAFUNK, trazendo clássicos e hits dos bailes. A Cia Passinho Carioca, residente da Arena Dicró, irá participar da apresentação com seus dançarinos e MCs. O funk também marca presença na aula inaugural da Univercidade da Ousadia, iniciativa do grupo Afrofunk, que aproxima o funk das raízes africanas através do corpo feminino.

Já o “Que Pena, Amor”, estreante no roteiro oficial do carnaval carioca, traz músicas da banda Raça Negra nas versões de samba, marchinha, ijexá, funk, xote, entre outros. Além dos blocos, acontece roda de samba com o grupo Encontro pra Batucar com clássicos de Jorge Aragão, Zeca Pagodinho e Fundo de Quintal.

Arte com menos paredes e mais pontes

Desde o mês de agosto de 2017, a Arena Carioca Dicró realiza o Lá Fora, onde junta música, cinema e diversas manifestações culturais ao ar livre todo último domingo do mês na área externa da Arena e no Parque Ary Barroso. Uma das propostas também é o piquenique colaborativo, onde quem puder trazer algum alimento ou bebida e socializar entre uma degustação e outra, irá somar em uma corrente de afeto, fazendo da Arena e do Parque Ary Barroso um grande espaço de convivência.

“Pra mim é muito importante tudo isso porque vejo muitas atividades centralizadas no eixo Centro/Zona Sul e dar espaço a movimentação artística no subúrbio é algo que precisa ser ampliado” finaliza Talita Nascimento, moradora da região e uma das articuladoras do projeto.

Serviço
Lá Fora de Verão
Domingo, 28 de janeiro as 16h
Local: Arena Carioca Dicró (Rua Flora Lobo s/n, Parque Ary Barroso – Penha Circular)
Entrada Franca

26/Jan

A Quiprocó Filmes exibirá durante o mês de janeiro o filme recém estreado Nosso Sagrado – Filme aqui na Penha, no coração do Parque Ary Barroso: na Arena Dicró.

Exibições:
12.01 (Sexta)
19.01 (Sexta)
20.01 (Sábado)
26.01 (Sexta)

Horário: 19h

Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia)
* Todo carioca paga MEIA apresentando identidade

SINOPSE: O documentário investiga a perseguição e o racismo religioso contra o Candomblé e a Umbanda, que foram criminalizadas na Primeira República e na Era Vargas. Durante esse período mais de 200 objetos foram apreendidos pela polícia. As peças sagrados da Umbanda e Candomblé foram expostas como “Coleção Magia Negra” e ainda hoje encontram-se sob a posse do Museu da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro. A partir da fala de religiosos, pesquisadores e militantes, buscamos entender a importância do acervo sagrado afro-brasileiro, a luta pela sua libertação e os efeitos do racismo religioso.

Classificação etária: Livre

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