Por uma Agenda de Materialização de Direitos Cidadãos

Tratar com diferença os desiguais, visando que a construção de uma sociedade democrática seja efetivada, é sim necessário. É o que afirma Jorge Luiz Barbosa, coordenador do Observatório de Favelas, em artigo sobre os direitos cidadãos. “A construção de uma agenda democrática para metrópole significa reconhecer a diferença como possibilidade da efetivação democrática dos direitos, e não mais como banalização e/ou naturalização perversa da desigualdade”, afirma

A Cultura da Esperança

Depoimento de Jailson de Souza, coordenador do Observatório de Favelas, durante o seminário “Violência Urbana, Segurança Pública e Cidadania no Rio de Janeiro: Prevenção e Ação”, realizado na Universidade Cândido Mendes em junho de 2003. O depoimento foi posteriormente publicado no livro livro “Reflexões sobre a violência urbana: (In) Segurança e (Des) Esperanças”, organizado por Jandira Feghali, Julita Lemgruber e Candido Mendes

Adeus “Cidade partida”

Jailson de Souza, coordenador do Observatório de Favelas, discorre sobre o equívoco da noção de “cidade partida” para caracterizar o Rio de Janeiro. Para o autor, a cidade é uma só. “Os processos de surgimento, expansão e consolidação das favelas, acelerados a partir da década de 90, contribuíram para constituir o Rio de Janeiro em seu formato atual, para o bem e para o mal”, afirma