Com periodicidade quinzenal, o “Mapa social do corona” é parte de um esforço do eixo de Políticas Urbanas do Observatório de Favelas, com o apoio da Fundação Heinrich Böll Brasil, para visibilizar os impactos desiguais da pandemia na cidade do Rio de Janeiro bem como identificar uma agenda de urgências colocadas e de práticas significativas para o enfrentamento da atual crise sanitária a fim de incidir sobre o debate público e as políticas públicas da cidade. 

“Abrimos com o artigo CARTOGRAFIA SOCIAL DA COVID 19 NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO uma série de conteúdos analisando dados e refletindo sobre os impactos desiguais da pandemia na cidade. Estamos vivenciando esta realidade no cotidiano das favelas e buscamos, com estas análises e representações visuais, auxiliar na visibilização das hierarquias do Rio de Janeiro e sua consequente restrição ao Direito à Vida da população que mora em periferias. Reforçamos o apelo para que ações urgentes e estruturantes, capazes de se contrapor a este cenário, sejam estimuladas (com destaque para as ações de solidariedade feitas por organizações e coletivos de base comunitária) e implementadas pelo Estado em seus diferentes níveis de governo, os quais mais uma vez relegam a estes territórios uma política genocida.” afirma Aruan Braga, diretor do Observatório de Favelas.

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